Moda

O que as mulheres e meninas estão usando...

Maio o Sagrado! Viva o Feminino!

Maio o Sagrado! Viva o Feminino!
Maio o Sagrado! Viva o Feminino!

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Friday, May 21, 2010

Oi, meninas do Sagrado Feminino!? Nossa, fui as compras e comprei duas saias e varias blusas... o problema ,é que: eu fiquei horrorosa com as saias e não tenho coragem de usa-las! Vou ter que repetir roupas até encontrar uns vestidos adequados (a minha idade, também)!

Wednesday, May 19, 2010

Hoje, o sagrado feminino terá participação especial! Estamos com visitas! Após o almoço, vamos ver quantas pessoas teremos com vestidos! Até!

Sunday, May 16, 2010

Nossa, esta foto, decididamente não me favoreceu nem um pouco! o Sagrado está dando realmente uma aula de moda! Creio que antes de sair de casa, o melhor é tirar uma foto antes...

Sunday, May 9, 2010

A convivência das duas deusas! " Eu canto Deméter de farta cabeleira, deusa terrível, e sua filha de delgados tornezelos..."

Se busco Dentro de mim uma imagem, a mais remota, na qual apreendi a Essência do feminino, vejo uma cena do quarto dos meus pais. Mas o quarto de minha lembrança está cheio de Mulheres. Eu  deveria então ter Quatro anos. O quarto era pequeno para os móveis enormes que continha. Um guardo vestidos-e altos um guarda-casaca, com Portas de Espelhos, de madeira envernizada com um brilho  meio vermelho e incrustações de madeira amarelo-claro, fazendo desenho de leques nos cantos das Portas. Uma penteadeira toda cercada de espelhos que refletiam frascos de cristais; Tinha pequenas gavetas  que eram um fascínio, com caixas de perfumes e com Pó-de-arroz e,entre a tampa da caixa e o pó uma espécie de esponja levíssima que quando a gente soprava parecia voar. Uma cama de casal com um medalhão de madeira clara desenhado  na cabeceira. A cama usualmente era coberta com forro de cetim e, sobre este, uma colcha de cambraia branca com bordados abertos, no centro,  outro medalhão de filé de renda fazendo o desenho de um cupido.  No quadro que em mim ficou gravado, a colcha de cambraia tinha sido dobrada, sobre travesseiros e deitadas no forro de cetim, duas  mulheres  amigas  de minha mãe,  e talvez minha mãe  fosse uma delas, amamentavam seus bebês. Tinham tirado seus vestidos e estavam de combinações de cores claras, também de cetim. Outras mulheres estavam em volta, sentadas nos pés da cama e na bancada penteadeira. Todas falavam ao mesmo tempo e riam. Eu, a mais velha de muitas crianças  que vieram depois, fui naturalmente admitida a um momento que era todo suavidade e graça. Participava de um  mundo  colorido e cheio  de perfumes, de brilho de espelhos,  cetins e cristais, um mundo cujo significado e  mistério eu  buscaria decifrar. Não se perpetuou como símbolo de maternidade mas de algo em que a maternidade simplesmente está inserida. algo mais leve_ uma realidade que ecoa dentro de mim como notas, arpejadas, tênues, doces, traduzindo a experiência do feminino em sua mais pura essência. "Págs 20, 21 e 22  Quatro amores ( Zelita Seabra / Record).

Friday, May 7, 2010

Meu mais novo sonho de consumo!


Descobri este vestido na forma que o Fabiano Mayrink deu para participar do Sagrado Feminino! Lá tem muitas coisas legais!